Sinopse

Num dia indefinido em 1972 helicópteros desceram na aldeia dos Aikewara – Suruí, no Sul do Pará, trazendo soldados que combatiam a Guerrilha do Araguaia. Com seu território ocupado militarmente começava o maior desafio vivido por um povo acostumado ao longo de sua história a enfrentar diversas ameaças de extinção. Um filme sobre o direito à existência e a resistência para fazer este direito existir.

Direção

Célia Maracajá e Luiz Arnaldo Campos

Luiz Arnaldo Campos é formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense. Como documentarista realizou obras como o DOCTV A Descoberta da Amazônia pelos Turcos Encantados, a minissérie de 04 episódios Transamazônica-Utopias na Selva, o longa-metragem Depois do Vendaval, codirigido por José Carlos Asbeg e Sérgio Péo, a minissérie de 05 episódios Palmares Coração Brasileiro Alma Africana e os curta-metragens Altino Pimenta, Haroldo Maranhão e Chama Verequete, premiados nos Festivais de Gramado – Melhor Música - Belém – Melhor Filme – Santa Catarina - Melhor Fotografia e Vento das Palavras - Melhor Argumento e Melhor Filme pelo Júri Popular da Jornada Maranhense de Vídeo e Cinema Célia Maracajá, atriz e cineasta, dirigiu a Oficina de Audiovisual Indígena da Fundação Curro Velho- Belém, onde foram produzidos a série de documentários sobre as quatro Semanas dos Povos Indígenas e os documentários Arte de Voar, O Velho e o Novo, O Espírito das Águas sobre a vida e a luta dos povos indígenas.